O Pêxinhe vê a Pêxinha e vai ter com ela do outro lado do aquário, todo contente. A meio tropeça numa pedrinha. Mesmo com uma barbatana dorida vai ter com a Pêxinha, a se queixar da maldita pedra. Passados 6 segundos, já estando com a Pêxinha, comenta que lhe dói a barbatana direita, mas não se lembra porquê. Quando o Pêxinhe volta para casa, ainda se queixa da sua barbatana, mas sem se lembrar de nada. Quando foi adormecer, lembra-se do belo momento que passou nessa tarde com a sua Pêxinha.
No dia seguinte, quando ia ter novamente com a sua Pêxinha, volta a passar na mesma pedra e a tropeçar nela. Chegou ao pé da sua Pêxinha, exclamando que lhe doía a sua barbatana traseira, mas que não sabia o que se tinha passado. Porém tinha que vir ali pois tinha enormes saudades da sua Pêxinha.
O Pêxinhe continuou todos dias a ir ter com a sua Pêxinha e a escorregar sempre na mesma pedrinha. Até que um dia a Pêxinha perguntou-lhe: "Tão mas como é que nunca te lembras porque é que te dói todos os dias as barbatanas e mesmo assim consegues te lembrar deste caminho?" Ao que o Pêxinhe respondeu: Pois não sei que força de esquecimento é esta, mas a força da tua Lembrança apegada a Ti sobrevalece a tudo!"
“A memória de um peixinho dourado dura só três segundos. Então, depois de uma volta pelo aquário, tudo é novidade. Cada vez que dois peixinhos se vêem, é como se fosse a primeira vez”.
Ou será seis segundos...? Ups desquécé-me :P
Mas de Ti é que nunca me esqueço! E lá estou outra vez a lembrar-me de ti. . .
Ah e outra vez. . . . e outra. . . . =D
